30% dos estagiários atuam fora da área de interesse

26 26UTC Janeiro 26UTC 2008

Pesquisa aponta falta de assessoria aos alunos por parte das empresas

Uma pesquisa realizada pelo CIPEE (Centro de Incentivo Profissional ao Estudante à Empresa) apontou que 30% dos estagiários realizam funções diferentes das previstas no contrato com a empresa. De acordo com o diretor do CIPEE, Wilson Gomes Junior, o problema está na falta de assessoria que é dada aos alunos pela empresa contratante. “O estudante chega na empresa com muita vontade de trabalhar e em muitos casos as empresas se aproveitam disso para explorar os estagiários que acabam aceitando qualquer função. Muitas vezes os alunos fazem até faxina se os contratantes precisam”.

De acordo com os dados da pesquisa, os estagiários que realizam outras funções no emprego não chegam a completar o contrato. “O estudante precisa desenvolver o que aprendeu, caso contrário ele pode ficar desmotivado e até desistir da universidade” afirma Wilson. Para o diretor esse problema acontece em todos os níveis, porém é preciso ficar mais atento com o Ensino Médio devido à falta de experiência dos alunos. “A dificuldade não está só com as empresas, os alunos ainda não têm muita responsabilidade e na maioria das vezes faltam nas entrevistas”. Dados do CIPEE revelam que apenas 20% dos candidatos escolhidos para a fase final das entrevistas comparecem.

* Com informações do CIPPE

Fonte: Universia


Breves dicas para se dar bem no emprego/estágio

25 25UTC Janeiro 25UTC 2008

1- Sorria!

Sorria, dê bom dia a todos, diga sempre, por favor, e obrigado. Não custa nada e os caminhos se abrem ou se tornam mais amenos

2- Está com dúvidas? Pergunte!

Não fique sofrendo e pergunte! Deve haver alguém aqui que saiba como resolver o seu problema…

3- Organie seu espaço e seu tempo

Trabalhe com concentração e saiba a hora de conversar e a hora de silenciar.
 

4- Estressado com a sobre carga de trabalho?!

Relaxe! E lembre-se que aqui o essencial é o trabalho em EQUIPE.

… BOM TRABALHO! :D

Fonte: Imtsp


Os 10 erros fatais em uma entrevista de emprego

25 25UTC Janeiro 25UTC 2008

Você já parou para pensar que o seu sucesso numa entrevista de emprego pode depender de alguns detalhes? Uns pequenos, outros nem tanto assim. Às vezes, os erros cometidos pelos candidatos a uma vaga de trabalho são inacreditáveis. Uma roupa mal escolhida, uma frase dita fora de hora… Para ajudar você a ser melhor sucedido nas próximas seleções, o Universia consultou diversos especialistas em recrutamento e seleção que falaram, afinal, o que põe tudo a perder quando você está frente a frente com o entrevistador. Confira os dez erros fatais na entrevista de emprego!

Chegar atrasado

“Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho.” Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).
 
Usar roupas informais demais
“Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. É preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a ‘embalagem’, portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short.” Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center
 

Não saber nada sobre a empresa ou o setor

“É muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais.”

Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais

 

Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido

“O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante.”

Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais Éticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)

 

Mentir sobre suas qualificações

“Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações.” Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria
 

Falar mal do emprego ou do chefe anterior

“Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de ‘pendengas’ cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais.”

Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO

 

Disputar espaço com o entrevistador

“Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade.” Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira
 

Vangloriar-se de suas conquistas pessoais

“Na hora de ‘vender seu peixe’ ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de “eu fiz”; “eu consegui”; “eu conquistei”; e “eu realizei”. Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo.” Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)
 

Não perguntar nada durante a entrevista

“Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: ‘Desculpe-me, não ficou muito claro para mim’. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro.” Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras
 

Demonstrar desequilíbrio emocional

“Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar.” Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco

Escrito por: Por Lilian Burgardt

Fonte: Universia


20 melhores empresas que oferecem estágios bem estruturados

24 24UTC Janeiro 24UTC 2008

Conseguir um bom estágio de olho no emprego dos sonhos é o objetivo do estudante. Na realidade, porém, muitos se desiludem com a experiência, já que a maioria das empresas não tem planos para que essa seja a primeira etapa da carreira.

Um levantamento feito pela consultoria Great Place to Work (GPTW) com cem firmas em setembro mostra que 98% das empresas eleitas por ela como as melhores para trabalhar têm estágio, mas só em 20% o programa é bem estruturado.

As informações vêm de um estudo com 270 mil profissionais, como diretores, gerentes e técnicos, de 366 empresas.

“Estagiário é visto como mão-de-obra barata. Falta convencer as empresas de que o estágio serve para conhecer e selecionar alunos”, argumenta Marcos Fernandes, coordenador da Escola de Economia de São Paulo da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Os estudantes ficam com a outra metade da responsabilidade pelo “estágio frustrado”, diz Augusto Costa, presidente da consultoria Manpower. “Muitas vezes só querem cumprir a grade curricular.”

Conheça as 20 melhores empresas apontadas pela pesquisa

  • Accor
  • Apsen
  • AstraZeneca
  • Boehringer Ingelheim
  • Bradesco
  • Bristol Myers
  • Chemtech
  • Daiichi Sankyo
  • Dell
  • Diageo
  • Dow Química
  • EMC
  • Grupo Zema
  • Kaizen
  • Microsoft
  • Monsanto
  • Novartis
  • Promon
  • Recofarma Manaus (Coca-Cola)
  • Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo

Escrito por: RENATA VALDEJÃO

Fonte: Folha Online


Dicas para um bom estágio

23 23UTC Janeiro 23UTC 2008

Estágio e a fase em que o estudante devera adquirir vivência para o mercado de trabalho e verificar se a escolha da profissão foi certa ?Quem estuda e faz estágio desenvolve suas habilidades dentro da profissão adquire conhecimento e tem a possibilidade de descobrir novas habilidades? afirma a Gerente da Central de Estágios da Gelre Telma Moreira. O presidente executivo do CIEE Luiz Gonzaga Bertelli informa que e recomendável que o estudante procure se adaptar a cultura interna da empresa e conhecer seu funcionamento Pesquisa realizada pela InterScience indica que 64% dos estagiários são efetivados pelas empresas após o estágio. Sair da faculdade direto para o mercado sem essa experiência e muito difícil. ?O estagiário precisa adquirir outros conhecimentos para estar preparado para o mercado de trabalho? comenta Telma.

Para isso e preciso ter boa formação acadêmica e extra-curricular informática e idiomas cultura geral trabalho social entre outras habilidades que são requisitadas em função da área profissional. Também são valorizadas competências individuais como trabalho em equipe, iniciativa criatividade comunicação verbal e ética.

Telma acredita que buscar estágio logo no inicio do curso pode atrapalhar a escolha do estudante. Mas também não recomenda que o estudante busque uma vaga somente quando estiver próximo de se formar.

As vagas podem ser encontradas em feiras dirigidas nos sites de consultorias especificas ou das próprias empresas. Os murais das universidades também levam tais informações.

Fonte:  Universia


Benefícios do Estágio

23 23UTC Janeiro 23UTC 2008

- Facilita o acesso ao mercado de trabalho;

- Incentiva o desenvolvimento de postura profissional;

- Auxilia a avaliação de habilidades em um determinado campo de trabalho;

- Minimiza o impacto da passagem da vida estudantil para a vida profissional;

- Contribuí para o aprimoramento das experiências práticas, aliadas às tóricas;

- Propicia a descoberta e aprimoramento de qualidades pessoais.

FONTE: Estágio Responsável


Como montar seu currículo

23 23UTC Janeiro 23UTC 2008
  Aprenda a montar seu curriculo - MEUPRIMEIROEMPREGO.WORDPRESS.COM
   
 
   
Há várias maneiras de elaborar um currículo e vamos mostrar a seguir uma delas.Esta é apenas uma sugestão para que você possa desenvolver o seu, mas seja qual for a forma que você adotar, é sempre bom tê-lo bem organizado, claro, com boa redação e atulizado. Isto conta pontos na sua entrevista em uma empresa também.
   
A primeira informação, no topo da folha, deve ser seus dados pessoais e contatos.
 
   
Coloque: nome completo, endereço completo, telefones (casa e celular – se não tiver nenhum, coloque um telefone para recados) e e-mail (se tiver).
 
   
Em seguida, em uma linha em destaque, coloque sua formação estundantil com o nome do curso ou a série que está cursando e a instituição de ensino onde estuda.
 
   
Objetivamente, com boa redação, escreva quais são seus objetivos para o estágio.
 
   
Descreva breve, mas claramente seus principais conhecimentos e experiências profissionais se tiver. Se nunca tiver trabalhado/feito estágio em alguma empresa, relacione apenas seus conhecimentos obtidos em cursos que tenha feito ou experiências escolares e/ou acadêmicas.

Neste item, sugerimos começar as frases com:

— Experiência em…: caso tenha prática de alguma atividade

— Conhecimentos em…: quando você tiver apenas conhecimentos teóricos obtidos em cursos ou atividades escolares ou acadêmicas

— Domínio de…: quando você tiver total domínio, ou seja, conhecimentos teóricos e práticos sobre a atividade descrita

 
   
Se já tiver experiências em empresas, descreva em itens suas atividades, começando pelo nome da empresa, ramo de atividade dela, tempo em que esteve lá e finalize com as principais atividades que exerceu na empresa em questão.
 
   
Se tiver trabalhado em mais de uma empresa, relacione as principais uma abaixo da outra seguindo a mesma ordem de apresentação.
 
   
Por último, faça uma relação dos principais cursos, palestras, workshops que realizou, entitulada CURSOS EXTRA CURRICULARES. Liste especialmente aqueles que tem maior relação com a sua atividade escolar/acadêmica e com o perfil da vaga de estágio que está buscando.
 
   
Modelo de currículoFONTE: Estágio Responsável

Dicas de Estágio

23 23UTC Janeiro 23UTC 2008

Para estagiar em uma empresa você precisará da aprovação do estabelecimento de ensino em que você estuda. Procure conhecer antecipadamente esse processo.

Cadastrar-se em um agente de integração de estágio (ESTAGIONET) ajuda muito, mas é preciso cuidado na hora da escolha. Consulte o site da empresa, sua missão, sua equipe, atuais clientes e programas. Importante: verifique se a empresa não tem pendências legais.

Procure sempre um estágio em sua área de formação e adequado à grade curricular do curso. Ao realizar a entrevista na empresa, procure conhecer bem as suas futuras atividades. Prepare um currículo simples, sem erros e inclua nele seus objetivos.

Os murais dos estabelecimentos de ensino normalmente publicam vagas disponíveis e que já passaram pela triagem da coordenação de estágios. Habitue-se a consultá-los com freqüência.

O estágio não tem vínculo empregatício, mas tem um contrato, previsto em lei. Certifique-se de que o agente de integração adote esse processo e leia atentamente o contrato de estágio antes de assiná-lo.

Todo estagiário tem direito, por lei, a um seguro de vida.

A carga horária do estágio deve ser adequada às atividades do seu curso, com as normas específicas dos estabelecimentos de ensino e com as leis de estágio.

O estágio deve ser correspondente a um semestre letivo. Se a empresa oferecer a você oportunidade de renovação deste período (previsto em lei), você deve avaliar se vale a pena. Questione o que os estágios muito longos poderão lhe acrescentar.

Se o estágio não estiver atendendo às suas expectativas, você deve solicitar a rescisão. Não deixe que o valor de uma bolsa de estágio o faça permanecer em uma empresa por mais de um semestre letivo. Reflita bem sobre a oportunidade de aprendizado que você pode estar perdendo em outra empresa.

Sua postura na empresa durante o estágio pode lhe abrir as portas para o primeiro emprego. Leia muito, relacione-se e se informe sempre.

Fonte: Estágio Responsável


Guia do primeiro emprego

22 22UTC Janeiro 22UTC 2008

  Se você quer começar a trabalhar ou quer dar uma força para o seu filho ou a sua filha adolescente nessa fase tão delicada, conheça os principais meios para se conseguir uma vaga.

PROGRAMAS DE APOIO: Na tentativa de sanar o problema do desemprego e dar um empurrãozinho a quem está iniciando a carreira, governos dos estados e das prefeituras lançaram vários programas de apoio que incentivam empresas a oferecer a primeira experiência de trabalho para jovens. Conheça alguns deles:

PROGRAMA JOVEM CIDADAO:
No Estado de São Paulo, estudantes da rede pública que tenham entre 16 e 21 anos e que nunca trabalharam têm a oportunidade de participar de estágios por seis meses, com possibilidade de prorrogação por mais seis. Os estagiários recebem bolsas que vão de R$ 130,00 (para quatro horas diárias de trabalho) a R$ 195,00 (para seis horas), além do vale-transporte. Para se inscrever: é preciso preencher o formulário do programa no Poupatempo, nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), na Internet (wwvv.emprego.sp.gov ou na própria escola. Informações: (0xx11) 3241-7487 e 3241-7488.

BOLSA TRABALHO EMPREGO:
Oferecido pela Prefeitura de São Paulo, esse programa cadastra, seleciona e encaminha pessoas com idade entre 16 a 24 anos, com ensino superior ou médio concluído, a empresas parceiras. E preciso ser morador do município e não ter nenhuma experiência anterior. Para se inscrever: cadastre-se no site www.portal.prefeitura.sp.gov.br e espere até aparecer uma oportunidade de vaga que se encaixe no seu perfil.

TRABALHO COMUNITÁRIO:
O Governo de Minas Gerais oferece, entre outros programas de apoio ao jovem que está iniciando a carreira, a opção de realizar trabalhos voluntários com ajuda de custo de R$ 150,00 por seis meses. Para se inscrever: procure um posto do SINE (Sistema Nacional do Emprego) ou as prefeituras municipais conveniadas, com a carteira de trabalho e o comprovante de escolaridade/matrícula. Informações no site www.sine.mg.gov.br.

JOVEM EMPREENDEDOR:
Uma saída para iniciar a carreira pode estar na opção em abrir um negócio próprio. Pensando nisso, o Governo Federal firmou parceira com o Sebrae para selecionar 16 mil jovens em todo o Brasil, que farão um curso de capacitação e receberão orientações para elaborar um plano de negócios. Depois disso, esses planos irão concorrer a crédito para desenvolver atividades autônomas ou se dedicar a pequenos negócios. Os jovens empreendedores têm acompanhamento técnico do Sebrae durante os três primeiros anos. Para participar, você deve ter de 16 a 24 anos e vir de família de baixa renda. E necessário estar estudando no ensino fundamental ou médio. Para se inscrever: preencha uma ficha nos postos de atendimento do Sebrae da sua cidade. Informações: 0800-780202

LEI DO APRENDIZ: A lei número 10.097/2000 estabelece a contratação de jovens entre 14 e 18 anos por empresas que estejam interessadas em ensinar uma profissão e oferecer contato com o mercado de trabalho para esses adolescentes. Segunda a lei, as empresas devem reservar pelo menos 5% de seus postos de trabalho para esses jovens. Além disso, os aprendizes devem ser matriculados em cursos técnicos para aprimoramento profissional. O contrato de trabalho pode durar até 2 anos e, se o jovem for maior de 16 anos e for interessante à empresa, ele pode ser efetivado depois do término do contrato. Para se inscrever: fique de olho nas vagas do site www.conexaoaprendiz.org.br ou entre em contato com instituições de ensino técnico que oferecem cursos profissionalizantes, como o Senai e Senac, por exemplo. Informações: (0xxl1) 3031-6129.

FONTE: Revista Malu é mais (Filhos)